Mostrando postagens com marcador Editora Record. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Record. Mostrar todas as postagens

Lançamentos de Junho: Grupo Editorial Record

Oi pessoal, como estão? O Grupo Editorial Record está cheio de lançamentos esse mês, por isso escolhi alguns para mostrar aqui no blog. Vamos conhecê-los? Nos digam quais vocês mal podem esperar para ler!!

Casada até Quarta - Catherine Bybee. O contrato de casamento deles previa tudo... menos se apaixonar. O primeiro livro da série Noivas da Semana. Blake Harrison: rico, nobre, charmoso... e precisando de uma esposa até quarta-feira. Para isso, Blake recorre a Sam Elliot, que não é o homem de negócios que ele esperava. Em vez disso, ele encontra Samantha Elliot, linda e exuberante, com a voz mais sexy que ele já ouviu. Samantha Elliot: dona da agência de casamentos Alliance, ela não está no menu de pretendentes... até Blake lhe oferecer milhões de dólares por um contrato de um ano. Não há nada de indecente na proposta dele, e além disso o dinheiro vai ser muito útil para quitar as contas médicas da família dela. Samantha só precisa disfarçar a atração que sente por seu novo marido e evitar a todo custo a cama dele. Mas os beijos ardentes de Blake e seu charme inegável se provam muito difíceis de resistir. Era um contrato de casamento que previa tudo... menos se apaixonar. Agora só resta a Samantha proteger seu coração até que o contrato chegue ao fim.

Um Acordo de Cavalheiros - Lucy Vargas. Um romance sensual e arrebatador repleto de intrigas, morte e desejo. Tristan Thorne, o Conde de Wintry, não é um homem para brincadeiras. Com uma vida de segredos, amado e odiado na sociedade, ele não é o parceiro ideal para uma dama. Dorothy Miller não sabe o que há por trás de suas motivações, apenas que ele é bastante intenso. Os jornais dizem que ele bebe demais, joga demais e ama escandalosamente. E até mata. Como uma dama determinada a ser dona do próprio destino como Dorothy Miller acaba em um acordo com um homem como Lorde Wintry? Você teria coragem de guardar um segredo com o maior terror dos salões londrinos? Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

Resenha: A Rainha do Sul de Arturo Pérez-Reverte

Título: A Rainha do Sul 
Autor: Arturo Pérez-Reverte
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 518
Ano: 2016
Classificação: 4 de 5. Linguagem imprópria 
  
Sinopse: Teresa Mendonza nasceu em Culiacán, no México. Pobre e com pouco estudo, foi estuprada e quase morta depois de o namorado, piloto de avião que trabalhava para o cartel local, ser assassinado pelo chefe do tráfico. A jovem então se vê forçada a fugir para a Espanha, onde seu instinto criminoso vem à tona. Lá, ela não tem escolha a não ser aceitar uma realidade impiedosa, na qual não há bem ou mal, e sim o reflexo de um universo cruel, onde matar, morrer, enganar e corromper faz parte do cotidiano. Agora, a Mexicana, como é chamada no submundo do crime e pela imprensa, é a traficante mais poderosa da Espanha, dona de um império camuflado de transporte de drogas na Costa do Sol. Uma história de corrupção, amor e intriga que nos revela o melhor e o pior que existe no ser humano. Pérez-Reverte cria um retrato perfeito do submundo do tráfico na Espanha mesclando fatos e ficção, sexo, drogas e violência, numa narrativa avassaladora. A saga épica de Teresa Mendonza atravessa décadas e continentes numa história repleta de sensualidade, crueldade, amor, traição, vida e morte.

Olá, pessoal. Tudo tranquilo? 

A Rainha do Sul é uma história sobre drogas, amor e morte. Escrita pelo espanhol Arturo Pèrez-Reverte. 

A trama gira em torno de Tereza Mendoza, uma jovem mexicana que se envolve com um traficante chamado Ruço Dávilla. Depois que Ruço é morto por um rival, Tereza tem que correr para não ser morta. 

O livro tem um ritmo bastante interessante e intercala a narrativa em primeira e terceira pessoa. Em primeira pessoa temos o autor cavando a história de Tereza, procurando as pessoas que a conheceram para contar sua história. Já em terceira pessoa temos a história de Tereza.

Resenha: Valsa Maldita de Tess Gerritsen

Título: Valsa Maldita
Autor(a): Tess Gerritsen
Gênero: Suspense
Editora: Record
Páginas: 238
Ano: 2016
Classificação: 5/5
Compare preços

Sinopse: Uma linda melodia poderia despertar o que há de mais sombrio no ser humano? Resumo: No ambiente frio e sombrio de um antiquário em Roma, a violinista americana Julia Ansdell depara com uma partitura intrigante — a valsa Incendio — e é imediatamente atraída pela peculiar composição. Carregada de paixão, tormento e de uma beleza arrepiante — e aparentemente inédita aos olhos do mundo —, a valsa com seu tom menor fúnebre e seus arpejos febris parece ter vida própria. Determinada a dominar a obra complexa, Julia decide ser o instrumento que fará com que sua melodia seja ouvida. Já de volta à Boston, no instante em que o arco de Julia começa a ser deslocado pelas cordas do violino, desenhando no ar aquelas notas intensas, algo sinistro é despertado — e a vida de Julia fica sob ameaça iminente. A música parece exercer um efeito inexplicável e macabro sobre sua filha pequena, que se mostra drasticamente transformada. Convencida de que a melodia hipnótica de Incêndio está desencadeando uma maldição, Julia decide investigar a história por trás da partitura e encontrar a pessoa que a compôs. Suas buscas a levam à milenar cidade de Veneza, onde Julia descobre um segredo sinistro de várias décadas envolvendo uma família perigosamente poderosa que fará de tudo para impedir que ela revele a verdade ao mundo — custe o que custar.

Duas vidas totalmente diferentes unidas através do tempo pelo poder da música. Julia é uma violinista bem sucedida, feliz na carreira e no casamento, além de mãe de uma menina linda. Ao viajar para a Itália, encontra em uma loja de violinos uma intrigante e antiga partitura que imediatamente a conquista. Hipnotizada pelos poderosos acordes da composição, Julia está determinada a vencer o desafio das notas e mostrar “Incendio” ao mundo. No entanto, assim que começa a tentar tocar, coisas terríveis passam a acontecer em sua casa. Coisas que só ocorrem misteriosamente quando ela está ao violino. Determinada a descobrir o que há por trás de tudo isso, Julia mergulha na história da canção e descobre uma trama sombria e triste envolvendo segredos sinistros que ninguém queria desenterrar.

Resenha: Ronald Reagan de Bill O’Reilly & Martin Dugard

Título: Ronald Reagan: O atentado, os bastidores e as polêmicas de um dos presidentes mais populares do EUA 
Autor: Bill O’Reilly & Martin Dugard
Gênero: Biografia
Editora: Record
Páginas: 378
Ano: 2016
Classificação: 3 Estrelas de 5
Sinopse: Astro de cinema, governador da Califórnia por dois mandatos e 40º presidente dos Estados Unidos da América, Ronald Reagan foi ainda o líder responsável por derrotar o comunismo soviético e dar fim à Guerra Fria. Apenas dois meses após assumir a presidência, Reagan encarou a morte, depois que uma bala “destruidora” parou a poucos centímetros de seu coração. John Hinckley Jr., um fã lunático que queria impressionar a atriz Jodie Foster, foi o responsável pelo disparo que mudaria o mandato — e a vida — do presidente. A recuperação seria notável. Reagan foi forçado a enfrentar um desafio com que poucas pessoas já se depararam. Seria ele capaz de superar discretamente essa experiência traumática ao mesmo tempo em que cumpria os deveres da posição mais poderosa do mundo?Neste livro, os renomados Bill O’Reilly e Martin Dugard apresentam todas as camadas de um dos mais populares presidentes norte-americanos, tecendo um relato épico sobre a chegada de Reagan ao poder — e sobre as forças que conspiraram para derrubá-lo. Um livro imprescindível para entender as ações de um indivíduo tão importante em tempos tão violentos.

Olá, pessoal. Tudo tranquilo? 

Como eu já disse em outras resenhas: Eu sou muito fã de biografias. Então, sempre que posso eu estou com uma na minha lista de leitura. 

Ronald Reagan foi um dos presidentes mais populares dos Estados Unidos, além de astro cinema e Governador da Califórnia. Reagan teve uma vida controversa e fez da luta contra o comunismo uma bandeira. 

Nesse livro, conhecemos alguns pontos importantes da vida de Reagan. A vida como estrela de cinema, os casos amorosos, o casamento, o embate contra o comunismo, a relação com a primeira Ministra Margareth Thatcher, entre outros detalhes.

Resenha: O Poderoso Chefão de Mario Puzo

Título: O Poderoso Chefão 
Autor: Mario Puzo
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 462
Ano: 2016
Classificação: 5 Estrelas de 5. Favorito
  
Sinopse: Publicado em 1969, a saga O poderoso chefão é, até hoje, a mais perfeita reconstituição das famílias mafiosas de Nova York. O carismático Don Vito Corleone é o chefão de uma delas. Apesar de implacável, Don Vito é, essencialmente, um homem justo. Padrinho benevolente, nada recusa aos seus afilhados: conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a amizade de seus protegidos. Assim, todas as suas vontades se tornam realidade. Porém, ninguém pode vencer o tempo. Quando seus inimigos atacam juntos e tudo que sua família significa estiver por um fio, o velho Corleone terá de escolher, entre seus filhos, um sucessor à altura. E Mario Puzo constrói de maneira hábil um mundo de intrigas, decisões cruéis e honra, num legado de tradição e sangue.

Olá, pessoal. Tudo tranquilo? 

Um dos maiores clássicos do cinema. O Poderoso Chefão está no top 10 da maioria dos cinéfilos. E a sua contraparte escrita não deixa a desejar em nenhum momento.

O livro narra a história da família Corleone, cujo chefe é Vito Corleone, o Don. Vito representa para todos que o cercam, lealdade, respeito e poder. Os Corleone tem seu poder sustentado pelo controle dos jogos ilegais e tráficos de bebidas alcoólicas escondidos sobre a fachada de uma exportadora de Azeite. Essa calma acaba quando tentam assassinar o Don e as cinco famílias de Nova Iorque entram em guerra.

Resenha: Tenentes: A Guerra Civil Brasileira de Pedro Doria

Título: Tenentes: A Guerra Civil Brasileira 
Autor: Pedro Doria
Gênero: História
Editora: Record
Páginas: 252
Ano: 2016
Classificação: 3 Estrelas de 5 
Sinopse: A história da crise política que desencadeou uma guerra civil no Brasil. "Nestas páginas, o Rio de Janeiro será bombardeado. São Paulo será bombardeada. Prédios, casas, fábricas, arrasadas; estupros e execuções em bairros elegantes à luz do dia e centenas de corpos mortos terminarão espalhados pelas ruas. Um governador se verá sitiado por dias, trincheiras improvisadas à porta do palácio para resistir ao avanço inimigo. Metralhadoras, tanques de guerra. E aviões chegarão muito perto de explodir presidentes. Isto: presidentes. Dois presidentes da República distintos. Nestas páginas, não há uma vírgula de ficção. Tudo aconteceu assim”. É com esta maestria de estilo, unindo o rigor da investigação histórica minuciosa à experiência de repórter tarimbado, que Pedro Doria recria – em ângulos originais, hiper-realistas – o cenário que deflagrou o movimento tenentista na década de 1920. Narrado em forma de thriller, Tenentes apresenta a história da crise política que desencadeou uma guerra civil sem precedentes no país, em um tempo – nada remoto – em que as crises políticas se resolviam de outro jeito.

Olá, pessoal. Tudo tranquilo? 

A história do Brasil é algo interessantíssimo de se aprofundar. Eu gosto bastante de ler sobre o assunto e esse livro me chamou a atenção por causa do tema.

Tenentes é um livro que tenta resgatar uma parte importante da República Velha, o tenentismo. Esse movimento político-militar foi uma série de rebeliões de jovens oficiais de patentes baixas do Exército Brasileiro no alvorecer da década de 20. Esses jovens militares estavam descontentes com a situação política do país e queriam reformas nas estruturas de poder do Estado, como por exemplo: o fim do voto aberto ou voto de cabresto e a reforma da educação pública.

Resenha: Keynes X Hayek de Nicholas Wapshott

Título: Keynes X Hayek: As origens e a herança do maior duelo econômico da história
Autor: Nicholas Wapshott
Gênero: Biografia, Economia e Finanças
Editora: Record
Páginas: 448
Ano: 2016
Compare preços
Classificação: 5 de 5
Sinopse: Dois dos maiores economistas da história, John Maynard Keynes e Friedrich Von Hayek estiveram em lados opostos da maior batalha econômica de todos os tempos: se os governos deveriam ou não intervir nos mercados. Nas ruínas da Primeira Guerra Mundial, ambos estudaram o crescimento e a queda do ciclo de negócios, chegando a conclusões muito diferentes: Hayek achava que alterar o “equilíbrio natural” da economia resultaria em inflação galopante, enquanto Keynes acreditava que o desemprego em massa e a miséria que marcavam o fim de um ciclo poderiam ser encurtados com gasto governamental. Os dois discordariam pelo resto de suas vidas. E suas ideias ganhariam e perderiam o apoio de políticos – de Franklin Roosevelt a George W. Bush –, além de influenciar a vida e o sustento de milhões. Da Grande Depressão à Segunda Guerra Mundial, e da recuperação do pós-guerra aos dias atuais, o veterano jornalista Nicholas Wapshott examina, neste “Keynes x Hayek”, os animados debates entre esses dois gigantes do século XX cujas visões divergentes moldaram a ascensão e a queda de economias em todo o mundo.

Olá pessoal, tudo tranquilo? 

Keynes x Hayek, além de uma biografia é um livro sobre a evolução do pensamento econômico, e capítulo após capítulo vai relacionando a vida desses dois economistas com a nossa historia contemporânea e as principais teorias econômicas do momento vivido por ambos.

No canto azul, Friedrich August von Hayek, foi um economista austríaco. Conhecido por sua associação com a Escola Austríaca, foi defensor do liberalismo clássico. Em 1974, Hayek recebe o Nobel de Economia “por seu trabalho pioneiro na teoria da moeda e flutuações econômicas e pela análise penetrante da interdependência dos fenômenos econômicos, sociais e institucionais". 

No canto vermelho, John Maynard Keynes, um dos principais economistas do mundo. Suas ideias mudaram a teoria e pratica da macroeconomia, assim como as políticas econômicas dos governos. Lutou contra a economia neoclássica e suas ideias liberais. O keynesianismo defende um estado intervencionista, nos quais os governos através de medidas fiscais e monetárias diminuiriam os efeitos das recessões, depressões e booms. 

Resenha: A Morte de Deus na Cultura de Terry Eagleton

Título: A Morte de Deus na Cultura
Autor: Terry Eagleton
Gênero: Ensaio
Editora: Record
Páginas: 224
Ano: 2016
Compare preços
Classificação: 4 de 5
Sinopse: Neste instigante A morte de Deus na cultura, Terry Eagleton investiga as contradições, dificuldades e significados do desaparecimento de Deus na era moderna. Com base em um vasto espectro de ideias e problematizações de pensadores desde o Iluminismo até os dias de hoje, o autor discute o estado da religião antes e depois do 11 de setembro; as ironias do capitalismo ocidental, que deu origem à criação não apenas do secularismo, mas também do fundamentalismo; e os insatisfatórios substitutos surgidos na era pós-iluminista a fim de preencher o vazio deixado pela ausência de Deus. Com a lucidez e elegância que caracterizam o seu estilo, o autor reflete sobre as capacidades únicas da religião, a possibilidade da cultura e da arte como caminhos modernos para a salvação, o impacto no ateísmo da chamada guerra ao terror, e muitos outros tópicos importantes para aqueles que vislumbram um futuro em que comunidades misericordiosas prosperem. O resultado é um estudo do pensamento moderno que também serve como intervenção oportuna e extremamente necessária em nosso preocupante cotidiano político, a nos advertir, sem hesitar: se Deus está morto, o próprio homem também está chegando ao fim. Não restaria, portanto, muita coisa a desaparecer.

Olá pessoal, tudo tranquilo? 

A morte de Deus na cultura é uma obra extremamente interessante. Primeiro, ao demonstrar a evolução histórica do nosso conceito sobre Deus e religião, começando lá pelo Iluminismo e chegando ao nosso tempo de guerra ao terror.

Essa evolução histórica demonstra como moldamos ou fomos moldados pela religião de cada tempo. Cada momento histórico teve suas rupturas e forçava a religião predominante na época a evoluir. A evolução social e tecnológica do homem foi transformando aquilo que chamamos de Deus.

Outro ponto interessante se percebe nas diversas ideias, conceitos e ideologias que usamos para substituir a religião de nossas vidas. Como fomos substituindo uma coisa pela outra.

Recomendo. Gosto de livros assim. Apesar de ser uma leitura mais pausada. Tem várias citações, deixando o texto mais embasado. Gostaria de fazer uma releitura conhecendo um pouco mais dos pensadores citados. E o autor tem um bom humor que não deixa o livro sisudo.

Resenha: O Próximo da Fila de Henrique Rodrigues

Título: O Próximo da Fila 
Autor: Henrique Rodrigues 
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 192
Ano: 2015
Compare preços
Classificação: 4 de 5
Sinopse: O próximo da fila é um original e divertido romance de formação, que retrata com leveza e poesia os sonhos, as frustrações e os medos de uma das épocas mais conturbadas que vivemos: a entrada na vida adulta. Após a morte do pai, o protagonista de O próximo da fila – de quem não sabemos o nome – se vê subitamente responsável por ajudar a mãe a cuidar da casa e do irmão mais novo. Jovem e inseguro, consegue emprego em uma rede de fast-food, trabalho que tenta conciliar com os estudos, e encontra seu primeiro amor – uma garota cujo sumiço.

Olá pessoal, como vocês estão? Esse é um daqueles livros que você não espera nada e no fim, sai com um sorriso no rosto. 

Romances de formação são obras que eu gosto de ler. Eu fico curioso em como o autor vai conseguir passar o crescimento do protagonista no livro, como as decisões vão formar seu caráter, entre outras coisas.

O protagonista de O próximo da fila é um adolescente de 15 anos, no começo dos anos 90. Embora todos os problemas vividos pelo Brasil na época, recessão, inflação, impeachment, ele tem uma vida tranquila e confortável. Estuda em colégio particular. Sua única preocupação são seus estudos. Mas seu pai falece, o que deixa sua família em péssimas condições financeiras. Em meio a esse turbilhão, o protagonista tem que se afirmar como o filho mais velho, ajudar a prover sustento para sua mãe e irmão e estudar, além de passar pela dor de perder um pai e crescer.

Resenha: Missão Pré-Sal 2025 de Vivianne Geber

Título: Missão Pré-Sal 2025
Autora: Vivianne Geber
Gênero: Espionagem
Editora: Record
Páginas: 252
Ano: 2015
Compare preços
Classificação: 3 de 5

Sinopse: Londres, segunda década do século XXI. Rodolfo Ruppel, oficial da Marinha brasileira, é enviado à capital britânica numa missão secreta, sob o pretexto de participar de evento de uma empresa especializada em defesa naval. Viaja com a esposa, Carla, e pretende aproveitar a oportunidade para tentar reinventar o casamento já desgastado. Pouco lhe é informado acerca da missão, mas sabe que terá de recapturar informações roubadas sobre o ambicioso Projeto Pré-Sal 2025, grande conquista tecnológica da Marinha brasileira: um submarino híbrido, semidiesel, seminuclear – a arma capaz de alçar o país à elite militar mundial –, cujo principal objetivo era a defesa do pré-sal brasileiro. As instruções, criptografadas em Os girassóis, de Vincent Van Gogh, envolvem Ruppel em uma rede de alianças e traições, trama intrincada em que conhece a misteriosa e sedutora engenheira naval Victoria Borges, que o conduzirá a um mundo de prazer e perigo até então desconhecido. Vivianne Geber é militar há 17 anos, prestando assessoria jurídica à Marinha do Brasil. Em Missão pré-sal 2025, a autora utiliza seu conhecimento profissional para trabalhar com grande habilidade questões factuais na envolvente trama de espionagem.

Olá pessoal. Nem tudo é o que parece ser nesse romance de espionagem. A Vivianne Geber é militar há 17 anos, assessorando juridicamente a Marinha do Brasil em projetos de lei. É pós-graduada em Direito Público.

Em Missão Pré-sal 2025, a Vivianne Geber se utiliza de seu conhecimento de causa para escrever uma trama bem elaborada com toques de espionagem. Tudo isso somado ao fato de ser a inteligência brasileira que é o centro do livro.

Resenha: Que Fim Levou Juliana Klein? de Marcos Peres

Título: Que Fim Levou Juliana Klein?
Autor: Marcos Peres
Gênero: Romance Policial
Editora: Record
Páginas: 352
Ano: 2015
Compare preços
Classificação: 4 de 5.

Sinopse: A morte de uma professora de filosofia revela a rivalidade – a princípio, filosófica – entre duas famílias proeminentes nas duas principais universidades do Paraná. A história é narrada por um psicólogo que conversa com uma misteriosa paciente, alocada no quarto 206 de uma clínica psiquiátrica. Seria possível que o assassinato tivesse como causa desavenças acadêmicas entre os Koch e os Klein, ambos clãs que migraram da Alemanha para o Sul do Brasil? Ou teria algo a ver com um segredo enterrado no passado? Em meio a discussões sobre Nietzsche e Santo Agostinho, somos conduzidos pelos meandros desse mistério por um dos escritores mais promissores da nova geração.

Olá pessoal, como vocês estão? Fiquei surpreso com a qualidade desse livro. O Marcos Peres é maringaense, formado em direito pela Universidade Estadual do Maringá e trabalha na Justiça Federal do Paraná como servidor Público. Seu primeiro romance O evangelho segundo Hitler foi o vencedor do prêmio SESC de Literatura.

Que fim levou Juliana Klein? É uma leitura intrigante e desafiadora. A narrativa se divide em três momentos (2005, 2008 e 2011) que vão se intercalando ao longo do livro.

Nesse romance policial a trama gira em torno da rixa entre as famílias Klein e Koch, ambas de origem alemã, que imigraram para o Brasil no século XX. A história dos Klein e dos Koch é permeada de mortes duvidosas, assassinatos e suicídios que vão acirrando o ódio entre as várias gerações das famílias. Além desse ponto, soma-se a contenda teuto-brasileira os antagonismos filosóficos dos Klein e dos Koch. Acrescenta-se a esta testilha o Delegado Irineu de Freitas, problemático e errático, que tem um passado ligado a ambas as famílias e fica obcecado por descobrir o que aconteceu com Juliana Klein. Pronto, temos um belo de um mistério em uma Curitiba opressiva e bem descrita por Marcos Peres.

Resenha: Mario Prata Entrevista Uns Brasileiros de Mario Prata

Título: Mario Prata Entrevista Uns Brasileiros
Autor: Mario Prata
Gênero: Entrevista
Editora: Record
Páginas: 248
Ano: 2015
Compare preços
Nota: 3 de 5 / Linguagem Imprópria
 
Sinopse: Ao ler as entrevistas do livro, o leitor se pergunta: afinal, tudo isso foi inventado por Mario Prata? O autor nos garante que não: é tudo verdade, embora sua verve torne tudo mais surpreendente, engraçado e picante. Dom Pedro I, a marquesa de Santos, Dom João VI contam tudo que o povo sempre quis saber e Mario Prata resolveu perguntar. Iça-Mirim, índio levado para a corte francesa, explica a origem da expressão “afogar o ganso”; Dom Casmurro (criação ficcional de Machado de Assis que o autor inclui entre os personagens históricos brasileiros), explica, afinal, quem traiu quem, e dona Maria, a louca, entre um cigarro (nem um pouco legalizado) e outro, conta sobre seu reinado.

Olá pessoal, tudo tranquilo? O Mario Prata é Escritor, dramaturgo, jornalista e cronista. Tem mais de 50 anos de carreira, e durante todo esse tempo ele conseguiu contabilizar no seu currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos publicados, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais e recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão. Seu maior sucesso na tv foi a novela, Estúpido Cupido, da Rede Globo. Só por curiosidade, essa foi a ultima novela em preto e branco da televisão brasileira.

Confesso que com toda essa carreira eu não conhecia o trabalho do Mario Prata. Falha minha. A vida é assim mesmo. Todo dia se aprende algo novo.

Gosto de livros de entrevistas, apesar de toda a ficção, e de pender para o lado da comédia, ainda assim, fisgou o meu interesse. O ponto mais positivo do livro, ao lado da amalgama de personagens reais e fictícios, em situações e lugares insólitos, foi à pesquisa histórica para compor cada um dos personagens.

Resenha: Ariana de Igor Gielow

Título: Ariana
Autor: Igor Gielow
Gênero: Espionagem
Editora: Record
Páginas: 350
Ano: 2015
Compare preços
Nota: 3 de 5

Sinopse: Ao sobreviver a um atentado no Paquistão, o jornalista brasileiro Mark Zanders é apresentado a um mistério nas últimas palavras de seu assistente local, Waqar. "Você precisa encontrar Ariana", diz o moribundo, sem conseguir especificar do que está falando. Enquanto sua vida pessoal desaba, o jornalista sai em busca do nome desconhecido em uma jornada que passa por Londres, Islamabad e as temíveis áreas tribais entre o Paquistão e o Afeganistão. No caminho, Mark encontra o Talibã, jornalista e espiões de todos os tipos, todos enredados numa trama que pode revelar uma grande ameaça para o Ocidente. De quebra, o jornalista se depara com diversos demônios íntimos. Com a "guerra ao terror" promovida pelos Estados Unidos como cenário de fundo, ao estilo de John Le Carré, este thriller leva o leitor com Mark para territórios desconhecidos com a riqueza de detalhes que a experiência de Igor Gielow como correspondente de guerra na região transportou para a ficção em seu primeiro romance.

Olá pessoal, tudo bom? Eu sou um fã do gênero de espionagem. Sou leitor de Fleming, Forsyth, Le Carré, entre outros. Então, depois ler “ao estilo de John Le Carré” na sinopse, acabei ficando bem interessado.

O Igor Gielow trabalha como jornalista da Folha de São Paulo desde 1992. Gielow é especializado no jornalismo internacional e tem no currículo a cobertura de conflitos no Líbano, Israel, Argélia, Paquistão, Afeganistão, entre outros países. Hoje em dia, trabalha como secretário da sucursal de Brasília da Folha de São Paulo.

A história de Ariana se passa no Paquistão, durante a guerra ao terror dos americanos, e acompanhamos o jornalista Mark em busca do significado das últimas palavras de seu assistente local que acaba morrendo em um atentado. Depois disso só lendo o livro para descobrir quem é Ariana.

Resenha: Flores da Ruína de Patrick Modiano

Título: Flores da Ruína 
Autor: Patrick Modiano
Série: Trilogia Essencial 
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 112
Ano: 2014
Compare preços
Nota: 4 Estrelas de 5. 
Sinopse: Em 24 de abril de 1933, dois jovens cônjuges se suicidam em seu apartamento em Paris. Naquela noite, eles teriam se encontrado com diversas pessoas e foram dançar. Trinta anos depois, o narrador tenta reconstruir a história deles, que parece se cruzar com a sua própria. Cada pergunta suscita outras, como um eco, ao curso de andanças fantasmagóricas por Paris, de lembranças que retornam à memória...

Olá pessoal, como vocês estão? Vamos de Modiano de novo? Eu já comentei um pouco sobre a biografia dele na resenha de Primavera de Cão. Então, deixaremos de lado essa parte introdutória e partamos ao livro. Flores da Ruína integra a trilogia essencial do Patrick Modiano, junto de Primavera de Cão e Remissão de Pena

Eu já tinha gostado bastante de Primavera de Cão e não foi diferente com Flores da Ruína. Tive a mesma sensação com essa obra. O Narrador, em primeira pessoa, da historia resolve elucidar os pormenores de um obscuro suicídio de um casal ocorrido no ano de 1933. Esse é o artificio usado pelo Modiano para andarmos pelos meandros de suas memórias, recordando certos trajetos, lembrando-se do irmão ou do pai, unindo ficção e autobiografia.

Eu gostaria de ter o conhecimento empírico de Paris, pois assim conseguiria aproveitar cada descrição feita, assim, em vez de me deleitar com os trajetos evocados pelo narrador através da Cidade Luz, eu andaria com ele.

Resenha: Sr. Daniels de Brittainy C. Cherry


Título: Sr. Daniels
Autora: Brittainy C. Cherry
Editora: Record
ISBN: 9788501104502
Gênero: Romance Contemporâneo
Ano: 2015
Páginas: 310
Compare preços
Nota: 5 de 5 / Favorito
Sinopse: Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings vê sua vida mudar completamente. Além de ter de aprender a conviver sem parte de si mesma, ela precisa se adaptar a uma nova rotina. Enviada pela mãe para a casa do pai, com quem mal conviveu até então, ela viaja de trem para Edgewood, Wisconsin, carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação de trem Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil, e a atração é imediata. Os dois compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. Ao sentir-se esperançosa quanto a sua nova vida, Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor. E não consegue acreditar quando descobre, no primeiro dia de aula, que Daniel, o belo músico de olhos azuis com quem já está completamente envolvida, é o Sr. Daniels, seu professor de inglês. Desorientados, eles precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, eles ainda precisam tentar de todas as formas superar os antigos problemas e sobreviver a novos e inesperados conflitos.

Não importa o que aconteça, não importa quantas vezes você lide com ela, a morte não fica mais fácil.

Essa é uma história de duas pessoas que sofreram perdas irreparáveis em suas vidas. Sobre duas pessoas que tem muito em comum e que se esbarram pelo caminho. Duas pessoas que descobrem o amor, apesar do sofrimento que os abala. Duas pessoas que se completam. Que vão descobrir um motivo que poderá separá-los e que farão de tudo para manter o que sentem pelo outro, independente de qualquer coisa. É uma história de amor e superação. 

Desejei que Gabby ainda estivesse viva.
E desejei que eu não me sentisse tão morta.

Esse é um romance que podemos pensar já conhecer, afinal, quem nunca pelo menos ouviu uma história sobre a aluna que se apaixona pelo professor (mesmo sem saber que ele era seu professor ao se apaixonar). Dessa vez não vou comentar sobre o enredo do livro, a sinopse já diz tudo o que precisam saber e assim não corro o risco de contar mais do que deveria. 

Cada capítulo começa com um trecho de alguma música da Romeo’s Quest, a banda do Daniel baseada em contos/histórias de Shakespeare. A narração é dividida entre os protagonistas em primeira pessoa, mas o livro é mais centrado em Ashlyn, que tem mais capítulos. 

Foi um livro 5 estrelas do início ao fim. Eu estava numa época de poucas leituras e todas medianas e quando o livro me prendeu de ponta a ponta, foi mais do que uma grata surpresa. Eu sabia que ia gostar, e já faz tempo que tenho interesse no livro, mas como minhas leituras estavam me decepcionando uma atrás da outra eu não esperava gostar tanto dessa como gostei.

Resenha: Uma Praça em Antuérpia de Luize Valente

Título: Uma Praça em Antuérpia 
Autor: Luize Valente 
Gênero: Romance Histórico
Editora: Record
Páginas: 364
Ano: 2015
Compare preços
Nota: 5 Estrelas de 5
Sinopse: "Um romance histórico pertinente e comovente – e contado com uma admirável fluência de escrita." – Richard Zimler Após sua estreia literária com O segredo do oratório, sucesso de público e crítica, Luize Valente volta a mergulhar, de maneira ainda mais surpreendente, na história de uma família de migrantes em Uma praça em Antuérpia. Com domínio da narrativa, que vai e volta do ano-novo de 2000 em Copacabana para os anos da eclosão da Segunda Guerra na Europa, Luize reconstitui a desgraça imposta pelo nazismo aos judeus, razão pela qual muitos deles viriam fazer a vida no Brasil. Reunindo sensibilidade pelo drama humano e extensa pesquisa histórica, Luize retrata a chaga do nazismo na miudeza do cotidiano, na intimidade das famílias alemães e europeias, com bárbaros desdobramentos em Portugal, no lar de Clarice e Olivia, de onde a narrativa parte para ganhar o mundo e o Brasil. Acompanhamos a fuga de Clarice e seu marido, o pianista judeu Theodor, por grande parte da Europa, sempre um passo à frente da perseguição nazista, fuga que leva parte da família a cruzar o oceano. Como se não bastasse essa narrativa de tirar o fôlego, Luize presenteia o leitor com um final emocionante e totalmente inesperado.

Olá pessoal, tudo tranquilo? Vamos de romance histórico e Segunda Guerra Mundial? Eu sou um leitor aficionado por esse gênero. Conheci o estilo por causa do Bernard Cornwell e fui fisgado. Então, sempre que possível leio-o. 

A Luize Valente é uma escritora, jornalista e documentarista brasileira. Acredito que esse seja o segundo romance dela e que obra! Sinceramente, eu não esperava um livro desse calibre, com essa qualidade quando comecei a lê-lo. 

A trama do livro é sobre duas irmãs gêmeas, Clarice e Olivia, muito unidas. Elas nasceram matando a mãe e cresceram com o rancor do pai (Manuel) apaixonado pela mulher morta. Criadas no interior de Portugal, Elas foram educadas pela sogra de Manuel que tomou para si o zelo pelas meninas. O tempo passa, as moças crescem e se casam. Olivia com Antônio e Clarice com o pianista, judeu e comunista Theodor Zuskinder. Porém, no meio do caminho estoura a Segunda Guerra Mundial. Bem, não vou entrar em mais detalhes sobre a história em si. 

Geralmente, obras sobre a II Guerra Mundial tratam sobre o drama dos soldados. Entretanto, o drama mais poderoso é o do civil no meio daquele terror. Quando se analisa A Segunda Guerra Mundial pode-se perceber até quatro tipos de guerra:

Resenha: Primavera de Cão de Patrick Modiano

Título: Primavera de Cão 
Autor: Patrick Modiano 
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 112
Ano: 2014
Compare preços
Sinopse: O mais misterioso livro de Patrick Modiano Aos dezenove anos, numa manhã da primavera de 1964, o narrador encontra o fotógrafo Francis Jansen. Ele trabalha em Paris para uma revista norte-americana, foi amigo de Robert Capa, encontrava-se com uma mulher chamada Colette Laurent que agora o procura incessantemente, guarda todas as suas fotos em três maletas, e desaparece sem deixar vestígios. Homem evasivo e misterioso, Jansen faz parte da galeria de tipos que, como só Patrick Modiano é capaz de descrever, prefere o silêncio e as reticências às palavras. O narrador retorna a bairros afastados, tenta reencontrar pessoas perdidas, e busca romper a camada de silêncio e de amnésia ao seu redor. As silhuetas lhe escapam; depois de trinta anos, os rostos já não estão nítidos. Ele deseja recuperar o passado, para que se torne algo além de fragmentos distantes e ausentes. Tudo lhe causa uma sensação de irrealidade. E é na busca do passado, de Francis Jansen e de tantos outros, que sua identidade é rememorada.

Olá pessoal, como vocês estão? Confesso que até ano passado, Patrick Modiano era um ilustre desconhecido para mim. Ele, nascido nos subúrbios de Paris, filho de um comerciante judeu com uma atriz belga. Em 2014, o Modiano apareceu no meu radar literário, logo após ser laureado com o Nobel de Literatura. A Academia Sueca atribuiu-lhe o prêmio "pela arte da memória com a qual ele evocou os destinos humanos mais inatingíveis e descobriu a vida do mundo da ocupação alemã". Para quem ficou curioso sobre essa época da ocupação nazista da França, sugiro procurar alguns textos sobre a França de Vichy. Feitas as apresentações, partamos para o livro. 

Primavera de cão é uma obra sobre memória e faz parte da trilogia essencial do Modiano. Flores da Ruina e Remissão de Pena completam a tríade. Os livros possuem histórias independentes e podem ser lidos separadamente. 

A mola propulsora da trama é o encontro ao acaso do narrador com o misterioso fotógrafo Francis Jansen. Depois desse fato, o narrador começa a frequentar o ateliê de Jansen e por vontade própria acaba catalogando as fotos tiradas pelo fotógrafo que estavam caoticamente guardadas em malas. No entanto, após um breve tempo de convivência, Jansen desaparece encerrando de forma abrupta a relação entre os dois. Depois de anos, o narrador decide rememorar o tempo vivido com Francis, visitando lugares e pessoas que fazem parte dos momentos vividos entre os dois.

Lançamentos de Abril do Catálogo do Grupo Editorial Record

Olá pessoal? Tudo tranquilo? Aqui estão os livros que eu recebi ou vou receber pelo mês de abril da parceria com a Editora Record. O Primeiro foi um presente de inicio da parceria e os outros 3 foram solicitados por mim. Escolhi estes livros, primeiro, pois quero conhecer o estilo e a obra do Modiano (fiquei curioso depois do nobel de 2014), segundo, como tenho formação em administração, assuntos econômicos e políticos me interessam. 

Uma praça em Antuérpia - Luize Valente. "Um romance histórico pertinente e comovente – e contado com uma admirável fluência de escrita." – Richard Zimler Após sua estreia literária com O segredo do oratório, sucesso de público e crítica, Luize Valente volta a mergulhar, de maneira ainda mais surpreendente, na história de uma família de migrantes em Uma praça em Antuérpia. Com domínio da narrativa, que vai e volta do ano-novo de 2000 em Copacabana para os anos da eclosão da Segunda Guerra na Europa, Luize reconstitui a desgraça imposta pelo nazismo aos judeus, razão pela qual muitos deles viriam fazer a vida no Brasil. Reunindo sensibilidade pelo drama humano e extensa pesquisa histórica, Luize retrata a chaga do nazismo na miudeza do cotidiano, na intimidade das famílias alemães e europeias, com bárbaros desdobramentos em Portugal, no lar de Clarice e Olivia, de onde a narrativa parte para ganhar o mundo e o Brasil. Acompanhamos a fuga de Clarice e seu marido, o pianista judeu Theodor, por grande parte da Europa, sempre um passo à frente da perseguição nazista, fuga que leva parte da família a cruzar o oceano. Como se não bastasse essa narrativa de tirar o fôlego, Luize presenteia o leitor com um final emocionante e totalmente inesperado.


Primavera de cão - Patrick Modiano. O mais misterioso livro de Patrick Modiano Aos dezenove anos, numa manhã da primavera de 1964, o narrador encontra o fotógrafo Francis Jansen. Ele trabalha em Paris para uma revista norte-americana, foi amigo de Robert Capa, encontrava-se com uma mulher chamada Colette Laurent que agora o procura incessantemente, guarda todas as suas fotos em três maletas, e desaparece sem deixar vestígios. Homem evasivo e misterioso, Jansen faz parte da galeria de tipos que, como só Patrick Modiano é capaz de descrever, prefere o silêncio e as reticências às palavras. O narrador retorna a bairros afastados, tenta reencontrar pessoas perdidas, e busca romper a camada de silêncio e de amnésia ao seu redor. As silhuetas lhe escapam; depois de trinta anos, os rostos já não estão nítidos. Ele deseja recuperar o passado, para que se torne algo além de fragmentos distantes e ausentes. Tudo lhe causa uma sensação de irrealidade. E é na busca do passado, de Francis Jansen e de tantos outros, que sua identidade é rememorada.

Resenha: O Outono do Patriarca de Gabriel Garcia Márquez

Título: O Outono do Patriarca
Autor: Gabriel Garcia Márquez 
Gênero: Romance
Editora: Record
Páginas: 272
Ano: 2014
Sinopse: Gabriel García Márquez já se referiu a O outono do patriarca como um poema sobre a solidão do poder. Primeiro romance depois de Cem anos de solidão (1967), esta obra representa uma alegoria do autoritarismo na América Latina. Há mais de um século no comando, o patriarca de García Márquez faz o tempo avançar e retroceder em monólogos que comportam diálogos, construídos com imagens que evocam a loucura e o lirismo, descentrando a história, a geografia, a linguagem. Com idade indefinida entre 107 e 232 anos, ele vaga num universo aonde tudo conduz à lembrança do tempo acumulado. 

Olá pessoal, tudo tranquilo? EU adoro o Gabriel Garcia Márquez. Li alguns livros dele e gostei de todos. Ele tem a facilidade de te levar para o mundo fantástico e ao mesmo tempo miserável criado por ele através da sua poderosa narrativa. O GGM fez parte do boom latino-americano que ocorreu nas décadas de 60-70, em que vários escritores latino-americanos ganharam destaque na Europa e no resto do mundo. Todo esse destaque tem uma razão, o experimentalismo das obras, elas fugiam do lugar comum em que se encontrava a literatura da região. Em 1982, foi laureado com o Nobel de literatura. É considerado o principal expoente do Realismo fantástico. 

De volta ao livro em si, O Outono do Patriarca é o primeiro romance escrito após o aclamado Cem anos de Solidão. A trama gira em torno da vida de um ditador quimérico e seus mandos e desmandos em uma país fictício localizado no mar do caribe, onde no palácio presidencial, o patriarca apesar de suas concubinas é solitário, as vacas pastam a vontade, a mãe é canonizada por decreto, o filho ao nascer vira general. 

O principal ponto da obra em si é a alegoria existente na história do livro e o autoritarismo histórico dos governantes latino-americanos. GGM tinha uma identificação profunda com a América Latina. Ele entendia o povo, as crenças e costumes, as vicissitudes e idiossincrasias, além das mazelas existentes nessa região do mundo. Apesar das hipérboles e exageros da narrativa, existe algo de crível na história contada.

Resenha: Quase Casados de Jane Costello

Título: Quase Casados
Autora: Jane Costello
Editora: Record
Gênero: Chick-lit, Romance
Ano: 2014
Páginas: 416
Compare preços
Sinopse: Para Zoe Moore, o dia de seu casamento foi o mais marcante de sua vida. Ou melhor, o dia em que deveria ter se casado, mas em vez disso, foi largada no altar após sete anos de namoro. Arrasada e disposta a se recuperar, ela decide se mudar de Liverpool para os Estados Unidos e trabalhar como babá. Ao chegar em Boston, ela se depara com a esperta Ruby, prestes a completar 6 anos, o adorável Samuel, que acaba de fazer 3, e o pai deles, Ryan Miller. Seu novo chefe, além de fazer uma bagunça sem precedentes e de ter um mau humor imbatível, é incrivelmente bonito. Depois de um começo um tanto decepcionante, Zoe e Ryan começam a se entender, mas ela está prestes a descobrir que recomeços podem ser mais difíceis do que esperava.

Zoey é uma mulher bem sucedida de 28 anos, que adora seu trabalho e tem uma boa vida. Ela vive em Liverpool, no Reino Unido, e pensou ter encontrado o amor de sua vida, mas estava completamente enganada. Ao ter a maior decepção de sua vida ao ser abandonada no dia do casamento, ela resolve viajar para os Estados Unidos para trabalhar como babá para uma família que parece um sonho, mas seus planos dão errado e ela acaba sendo alocada com outra família.

- Gostou do meu pai? Pergunta ela com ansiedade.
Como responder? Não posso dizer a ela que, embora eu pense que ele é sexy de fazer o coração parar, minha primeira impressão de Ryan é que ele também é arrogante, evasivo e completamente grosseiro. Pego a mão dela, aperto e sorrio.
- Seu pai é ótimo - digo a ela.
Related Posts with Thumbnails