Título: As Gêmeas do Gelo
Autor(a): S. K. Tremayne
Gênero: Thriller Psicológico
Editora: Bertrand Brasil
Classificação: 5 de 5

Sinopse: Um ano depois de Lydia, uma de suas filhas gêmeas idênticas, morrer em um acidente, Angus e Sarah Moorcroft se mudam para a pequena ilha escocesa que Angus herdou da avó, na esperança de conseguirem juntar os pedaços de suas vidas destroçadas. Mas quando sua filha sobrevivente, Kirstie, afirma que eles estão confundindo a sua identidade — que ela é, na verdade, Lydia — o mundo deles desaba mais uma vez. Quando uma violenta tempestade deixa Sarah e Kirstie (ou será Lydia?) confinadas naquela ilha, a mãe é torturada pelo passado — o que realmente aconteceu naquele dia fatídico, em que uma de suas filhas morreu?
Duas irmãs gêmeas. Lindas. Alegres. Muito unidas. E idênticas. Tão idênticas que, no início, até seus pais tiveram dificuldade para identificá-las. Essas são Kirstie e Lydia, as belas filhas do jovem casal Sarah e Angus Moorkroft. As garotas são apaixonadas uma pela outra, quase como se pudessem ler pensamentos entre si. Elas já fizeram coisas estranhas, aquelas coisas de gêmeos que só impressionaram e encheram mais ainda de amor seus pais orgulhosos.
Piadas que ninguém entendia, ataques de risos em cômodos diferentes, apenas suas personalidades eram distintas em alguns detalhes... No entanto, toda essa paz e felicidade estava com os dias contados. Quando ouve Kirstie gritar desesperada, Sarah sabe que as coisas nunca serão como antes. Lydia havia caído da sacada e morrido. Mas algo em Sarah também morreu naquele dia. E algo na família antes feliz se despedaçara, abrindo rachaduras que podem trazer à tona velhas e dolorosas questões. Mas os problemas não são somente esses. De repente, Kirstie começa a afirmar que, na verdade, é Lydia. A partir daí, tudo vira um caos. Será mesmo que Sarah e Angus cometeram um erro terrível? Como concertá-lo? O que realmente aconteceu naquele dia? Quem pode responder com certeza? E aquelas coisas de gêmeas de antes viram detalhes a ser observados, pensados, analisados. Tudo agora são dúvidas.
“Meu pai tinha até lhes dado um apelido: As Gêmeas do Gelo. Porque elas nasceram no dia mais frio do ano, tinham olhos de um azul-gelo e os cabelos loiros quase brancos, como a neve. O apelido parecia um pouco melancólico, tanto que nunca o adotei inteiramente. Contudo, eu não podia negar que, em alguns aspectos, o nome fazia sentido. Ele refletia sua aura de mistério. E as gêmeas conseguiam mesmo ser muito especiais: elas já tinham até um nome especial compartilhado entre elas.”
