Autor: Ulrich Beck
Gênero: Ensaio
Editora: Paz & Terra
Páginas: 128
Nota: 3 Estrelas de 5
Sinopse: Em um famoso discurso proferido em Hamburgo em 1953, Thomas Mann advertiu os alemães sobre o perigo de quererem voltar a almejar uma “Europa alemã”. E que muito menos catastrófico seria que conseguissem obter uma “Alemanha europeia”. Mas no rastro da crise do euro, foi justamente o que aconteceu. Com uma política “Merkiavélica”, brinca o autor em referência à liderança de Angela Merkel, a Alemanha se tornou hegemônica na Europa, tanto do ponto de vista político como do ideológico. Como líder econômica do continente pode ditar aos países da zona do euro as condições para a obtenção de novos créditos, incluindo o esvaziamento dos direitos de coparticipação dos parlamentos grego, italiano, espanhol e até mesmo do alemão. Quais as consequências da polêmica política de contenção alemã para o equilíbrio de poder europeu? Que soluções são possíveis no conflito entre os arquitetos da Europa e os ortodoxos do Estado nacional? Como conciliar os imperativos da solução da crise e da democracia face ao risco-Europa? São essas as questões que Ulrich Beck aborda. E ele conclui que é preciso um novo contrato social europeu: um contrato que, através da própria ideia de Europa, garanta mais liberdade, mais segurança social e mais democracia.
Olá pessoal, tudo tranquilo? Vamos falar de Europa, economia, sociologia?
O Ulrich Beck é um sociólogo alemão (1944 - 2015), cujo trabalho versou sobre temas como: globalização, individualização, modernização, problemas ambientais, sociedade do risco, transformações no mundo do trabalho e desigualdades sociais.
O livro traz um tema que me interessa bastante. Gosto bastante de conversar com meus amigos sobre politica, economia, geopolítica, ideologias, entre outros assuntos, seja durante almoços, jantares, rodinha de bar.
A União Europeia consiste na relação econômica e política de 28 Estados-membros. A UE origina-se na Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e na Comunidade Econômica Européia (CEE). A formação inicial contava com apenas seis países (1957). Nos anos posteriores, o território da UE foi acrescido pela adesão de novos Estados-membros, concomitantemente enquanto crescia sua esfera de influência por meio da inclusão de novas competências políticas.
O nome União Europeia foi instituído pelo Tratado de Maastricht em 1993 e a ultima revisão de princípios constitucionais foi pelo Tratado de Lisboa em 1999. Bruxelas é a capital de facto da EU.
A EU opera por meio de uma estrutura de instituições supranacionais independentes e de decisões intergovernamentais acordadas entre os Estados-membros. O Parlamento Europeu é eleito a cada cinco anos pelos cidadãos da EU. Dentro da UE, as instituições mais relevantes são a Comissão Europeia, o Conselho da União Europeia, o Conselho Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Banco Central Europeu.
Depois desse breve resumo, o ensaio do Ulrich Beck versa sobre um momento delicado para a Europa: o crescimento da influência alemã dentro do velho mundo e o estremecimento das relações democráticas entre os países devedores e os credores devido à crise do euro e à crise grega.

